Inquices, voduns e orixás vieram junto com os africanos que desembarcaram na América. Mas, aqui, grupos étnicos estavam em contato, vivendo juntos. Dessa proximidade, surgiu um religião autenticamente afro-brasileira, onde convivem divindades e ritos de diferentes tradições. Foram surgindo assim, de forma disfarçada, para driblar a severa perseguição, os candomblés de angola, jejes e nagôs. Casas religiosas que oferecem apoio espiritual, físico, financeiro e emocional a pessoas de todas as origens. Com o passar dos anos, pela força moral dos seus líderes, conquistaram apoiadores e respeito. Contaremos aqui uma pequena parte dessa história. Um dos textos fala das mães-de-santo de alguns dos mais antigos candomblés de tradição jeje-nagô do Brasil. Em um outro, contamos a história de uma delas – Mãe Menininha do Gantois – uma das mais respeitadas líderes da religião dos orixás. Há também uma entrevista com Mãe Stella, do Ilê Axé Opô Afonjá, um texto sobre a língua iorubá e  mais dois  que retratam a importância dos alimentos votivos, presentes nos terreiros e cozinhas do Brasil.

>> A mãe da sabedoria

>> Banquete dos orixás

>> Caruru de Cosme e Damião

>> Entrevista com Mãe Stella de Oxóssi

>> Iorubá dos terreiros

>> Mães-de-santo

 

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