Entrevista com Waldeloir Rego

por Agnes Mariano

Ensaísta, escritor, pesquisador de assuntos antropológicos, advogado, joalheiro, amigo dos terreiros, filho de Oxalá. O baiano Waldeloir Rego foi tudo isso e um pouco mais. O seu conhecimento sobre o mundo afro-brasileiro o tornou famoso, razão de muitos convites para palestras no Brasil e exterior, e apoio para suas viagens de pesquisa à África. Foi um importante pesquisador autodidata, frequentava os terreiros de candomblé desde a infância e participou intensamente da vida cultural da Bahia do seu tempo, dividindo experiências e descobertas com pessoas como Jorge Amado, Pierre Verger, Vivaldo da Costa Lima, Emanoel Araújo, entre outros. Em vida, publicou apenas o livro “Capoeira Angola”, que logo se tornou uma obra indispensável para os interessados no tema. No texto a seguir, temos a parte inicial de uma entrevista concedida por ele sobre o candomblé, em 2000. A conversa aconteceu em sua casa, um apartamento térreo lotado de livros, no bairro do Rio Vermelho. Paciente, gentil e conversador, Waldeloir falou por horas sobre o povo de santo e sua fé nos orixás.

 

Um estudioso
Eu não tenho nada para falar de importante. Eu apenas sou um estudioso desses assuntos antropológicos. Mas, antes disso, eu entrei na faculdade, fiz Direito e foi lá que  eu descobri que não era bem aquilo… Entrei nos estudos afro já por uma questão exclusivamente familiar, sanguínea, porque a minha  família é toda afro, toda ela iniciada. Eu vi tudo aquilo desde criança. Aquilo foi ficando na minha cabeça. E quando eu comecei a observar isso pelo lado antropológico, vi que tinha uma coisa importante e aí eu comecei a estudar. Não só essa parte religiosa, como também a parte lúdica da Bahia, que eu adoro, acho um encanto: as festas, os hábitos, os costumes, toda a coisa baiana. Eu tenho saído muito para o exterior para fazer conferências, cursos. O governo  brasileiro também já me mandou para a África. Eu conheço a África quase toda em função disso. A UNESCO já me chamou para participar de congressos dessas coisas todas em função desse meu conhecimento.

E teve o outro lado, o estético, porque eu sou uma pessoa que durante alguns anos trabalhei com joias, fiz joias com inspiração africana. Eu fiz muitas joias e expus aqui na Bahia, no Brasil e no exterior. Foram muito aplaudidas. Hoje, eu deixei de fazer mais por medo, o problema de segurança. Porque, quando eu fazia, tinha um local com forno, esse negócio todo, para eu fazer as joias. Depois eu mudei para apartamento e mesmo um forno pequeno você não pode botar no apartamento. Enquanto eu estava procurando um sitiozinho, começou essa onda de terrorismo, de tudo isso, aí eu fiquei com medo. Eu não vou ter em casa material, pedra preciosa, metal precioso, com os lalaus aí espiando a gente. Então, antes de começar, eu raciocinei: “Se eu ponho por acaso um segurança, um negócio desse, ele é o primeiro a me vender ao ladrão”. (Risos) E depois me assustou muito uma reportagem que eu vi, falando que  nos Estados Unidos nenhum joalheiro tira retrato de frente.


Sincretismo

À proporção que você vai se alfabetizando, se ilustrando, só assim você toma conta. Eu vi e aprendi tudo. Eu sei tudo que se faz de criança. Aprendi a dançar, a fazer tudo, mas não sabia que tinha… Nós temos o sincretismo… A criança nasce: me pegaram e imediatamente foram para a igreja Católica e me batizaram. Eu, como estava doente, não tinha madrinha. A minha avó materna foi me levando nos braços – para eu não morrer pagão -, me batizou como madrinha e o Sagrado Coração de Jesus – eu não sei se ainda se faz – foi o padrinho. Tem aquela cerimônia. (Até Senhora, a  mãe-de-santo, também foi assim. Só que, no caso dela, foi com Nossa Senhora). Tinha aquela cerimônia: o padre vai no altar, tira o resplendor da cabeça do santo Sagrado Coração de Jesus e bota na criança e aí faz  a cerimônia batizando a criança. No meu caso foi assim, coincidindo até com as coisas de candomblé, porque Sagrado Coração de Jesus é Senhor do Bonfim e eu sou de Oxalá (Risos). Então, o que acontece? A criança vai indo. Aí, de noite, eu não sei que horas, o pai ou a mãe ou a tia leva no candomblé. Ela só vai se definir quando ela crescer, ver o caminho que ela quer.

Essa separação [que condena o sincretismo religioso] é puramente intelectual, porque o povo em si não sabe nem o que é. Os intelectuais, os antropólogos da praça fazem teoria, inventam tudo isso. Mãe Menininha levou o batismo, ela dizia que era católica. Como é que agora vem esse povo e… Isso não existe. Agora, existe a separação das coisas. Há uma frase muito conscienciosa de Olga do Alaketu. Uma vez, um repórter, no Bonfim, perguntou se ela estava ali com a vela para Oxalá – porque a imprensa adora isso, misturar para irritar (Risos). Aí ela chegou e disse: “Não, esta vela daqui é para Senhor do Bonfim. Eu não misturo as coisas. Quando eu arreio uma obrigação para Ogum é para Ogum. Quando eu acendo uma vela para Santo Antônio é para Santo Antônio. Santo Antônio não é Ogum, nem Ogum é Santo Antônio.

É como você está dançando no salão para Ogum e dizer que é Santo Antônio que está dançando. Isso não existe. Ele vai resolver o problema de nascença dele lá e vem resolver o problema posterior, o batismo, cá. Agora, não é correto, a igreja reage, não é correto que você chegue com atabaque e vá bater candomblé lá em frente ao Santíssimo Sacramento. Nem muito menos carregar o Santíssimo Sacramento para dançar candomblé. Isso não é correto. Eu trabalhei muito na África, eu morei lá, sei como é, eu via a religião de lá, não estava fazendo turismo não, estava estudando. Trabalhando, fui mandado para trabalhar e eu aproveitava e estudava, não fui para lá a passeio não.


Oxumarê

Casa Branca, Gantois, Afonjá, Alaketu, Oxumarê são grandes casas, casas importantíssimas. Quer dizer, não é grande, importante, porque era do tamanho de um supermercado. Nada disso. Porque   tiveram uma linhagem, começaram pelo nascimento dela, da casa, e depois tiveram uma linhagem importante de descendentes.

O Oxumaré, por exemplo, é uma casa relativamente nova em relação ao Gantois, em relação à Casa Branca. É de 1916, você vê que  é perto. É apenas um pouco mais nova do que o Afonjá, porque o Afonjá é 1910. São todas diferentes do Gantois, que é do século passado, da Casa Branca, que  é do século passado. O Oxumaré foi fundado por um sacerdote – para quebrar essa ideia de que só existe matriarcado, não é? Inventaram isso. A imprensa inventa isso, os antropólogos… Era um pai-de-santo muito bem nascido – como a gente costuma dizer -, conhecedor das coisas. Se chamava Antônio  Oxumarê, porque ele era de Oxumaré, pertencia ao santo Oxumarê. Ele fundou o candomblé que está lá até hoje com toda dignidade, com todo fundamento, com tudo, sem entrar em modismo. E ninguém fala nada, porque não é folclórico.

Eu vi Silvanilton… Eu conheço a história de cima até em baixo, porque eu vi Silvanildo deste tamanho dando nome. Já com o santo feito, deste tamanho, no ombro da mãe. Não podia falar, o santo falou por ele. Ele estava lá na hora e tudo velho lá dentro… (Não era a minha casa, porque a minha casa, eu fui feito no Afonjá). Então, Silvanildo vem conduzindo aquela casa com uma dignidade de fazer você chorar. Ele é muito sério nas coisas. E outra coisa também que ele conduziu – porque quando vai mudando de sacerdote há sempre as dissidências, isso é natural – ele conduz aquilo com uma paz fora do comum. É uma pacificação, não tem briga, há sempre acordo, estão sempre perguntando, se consultando uns aos outros. O respeito que  Silvanildo tem aos mais velhos e todo mundo lá… É uma das poucas casas que guarda as hierarquias. Quer dizer: o mais novo não pode passar adiante de um mais velho. Todo mundo ali se respeita. Quando eu chego lá, eu sou um dos mais velhos e todo mundo toma a benção, toma a benção aos mais velhos e assim sucessivamente.


Pais e mães

Pena que alguns pais-de-santo são um pouco fechados. Eu não sei… É bom com a presença do dirigente. Em tamanho, a maior casa patriarcal de candomblé é o Bate Folha, que é da mesma idade do Oxumaré. Uma dignidade… Quer dizer, a mão de lá – se costuma dizer  “é mão de homem” ou “é mão de mulher” -, a mão de lá é homem, mas ele pega… O que a mulher pode fazer, está na mão de mulher. No candomblé de homem, tem as coisas que a mulher não pode fazer, mas no candomblé de mulher tem coisas que o homem não pode fazer. Tem a sociedade secreta, uma religião só de homem e tem a sociedade secreta só de mulher. Na sociedade secreta de homem, a mulher só tem acesso ao salão, então ela não sabe o segredo da sociedade. Eles fazem tudo. Aqui na Bahia é a sociedade de egungun,  na Ilha de Itaparica. Essa sociedade secreta de egungun só tem em Cuba, no Brasil. Onde foi que eu assisti mais? E na África. Da África trouxe para cá. Tinha a sociedade de Orô também. Já acabou.

Tem atribuições masculinas e femininas. Numa casa que é só de homem, ela, praticamente, no fundo no fundo, ela praticamente só de boca toma conta de tudo. Que homem não… Pode assim dirigir uma matança? Pode. Aí a mulher que vai cuidar de tratar, vê se está feito dentro do ritual, se não está. Esse negócio todo, tudo isso é com as mulheres. São as aiabás, isso é trabalho de aiabá. Agora as coisas secretas, privadas mesmos, aí está na mão do homem. O homem não faz nem questão das coisas, não fica brigando. A mulher não.. Às vezes fica com aquela ranheta assim.

Isso, numa casa que tem um pai-de-santo. Porque na casa da mãe-de-santo… Cada qual é rei de sua casa. Chegavam a dar um posto altíssimo ao homem. No Afonjá, no tempo que foi fundado, era assim. Tinha os ogans, tinha pessoas que eram a ordem, a direção final, a palavra final. Aliás, nunca a palavra final é de pai-de-santo nem mãe-de-santo. A palavra final é do orixá. Você vai ali, o orixá disse e acabou. Quando é para conduzir, então vem a mãe-de-santo. Depois vem o homem com seus atributos, a parte dele. Tem coisa que a mulher não pode. Por exemplo, a mulher não pode de jeito nenhum entrar na casa de Exu. Exu não gosta de mulher. “Não gosta”, não é no sentido sexual. Não gosta e quem fizer isso… Em qualquer casa. Quando você vê entrar, é folclore. Não entra mesmo. Homem é quem vai para lá. Pior ainda do que Exu é egum. De egum, mulher não passa perto mesmo. Ela não é maluca. São atribuições de homem. Quando tem uma casa com todo fundamento matriarcal, com todo rigor matriarcal, as casas matriarcais usam o matriarcado como proteção. Elas têm um certo receio de que o homem dê uma bocada, mas o homem não está nessa não. O homem está em outras coisas difíceis, que ele possa manipular o mistério e a natureza. Nisso é que ele está interessado. Não é naquelas coisas de tititi, aquelas coisas: “Bote aqui. Tire dali”. Isso é coisa de mulher mesmo (Risos). Elas pensam que estão ganhando, mas…

Agora, elas são respeitadas. Ave Maria… São respeitadas e depois, assim, dentro do candomblé em que a dirigente é uma mulher, todos são abaixo dela. Você pode ser uma autoridade ombro a ombro com ela, mas você vai ter que… Eu sou velho na casa, tudo isso. Quando chego lá, Stella está lá no trono dela, eu chego e vou entrando – não tomo a benção porque não sou filho dela -, chego no trono que ela está sentada e grito: “Mojubá Odé Kayodê”. Quer dizer, eu me curvo diante do orixá dela, que é a maneira africana de você fazer. O nome do orixá dela é Odé Kayodê. Eu me curvo diante de Odé Kayodê. Eu fiz a coisa máxima que se faz. Eu não vou fazer isso com iaô, com outra pessoa. Na religião dos orixás, a gente não faz nada, é o orixá. A gente não é nada, não importa. Stella não tem nenhuma importância, nem Olga, nem ninguém com carne e osso. O que tem importância é o que está na cabeça. Fora dali não tem nada, nada, não existe, é porcaria. Aliás, é como na igreja Católica, a importância é o espírito, é o espírito que a gente traz. A carne vai para debaixo da terra.


Mãe Senhora

Eu fui feito por Mãe Senhora. Sabe que ano foi? Eu tenho a data exata: fiz a minha iniciação no Afonjá às 8h da noite do dia 31 de janeiro de 1963. No dia 2 de julho de 1964, eu e o dono da Civilização – é morto, Demerval Rocha -, que estávamos recolhidos, saímos para dar o nome. Foi só no dia. Entrei, fiz a obrigação de noite. Quando chegou no outro dia, de manhã, tirou a… da minha cabeça eu vim embora. Sabe quem foi meu irmão de cama? Foi o escritor Vasconcelos Maia, que é do mesmo santo, então fez no mesmo barco.

Mãe Senhora era uma personalidade controvertida, esse negócio todo, mas era uma mulher que sabia.         Era uma personalidade forte, Virgem Maria, todo mundo tinha medo… Quando ela morreu, Jorge Amado… Porque ela adorava. Tinha pessoas assim que ela carregava nos braços: Jorge Amado, Demerval, tem um que está vivo aí, como é o nome dele? Ela tinha uma paixão por aquele rapaz… Saci, ela tinha uma paixão por Saci. Ele podia fazer o que fosse. Eram dois que ela tinha paixão: Saci e Emanoel Araújo. Ela ia fazer Emanoel Araújo. Ela tinha uma paixão por Emanoel Araújo. Quando chegava na hora da festa de Iamassê, que se faz uma comida especial chamada ecuru, esse negócio todo, ela dizia:
– Olha, minha gente, aqui é ecuru, comida de Xangô – puxava Emanoel e botava de junto dela. Emanoel, que adorava ecuru, ia comendo, comendo.

Então era assim e, ao mesmo tempo, ela chegava na hora e dava uns, como é que diz, um esbregue, um estouro. Depois que ela fazia tudo aquilo, ela se acalmava. “Olha, minha filha, isto é assim, já viu?” (Risos) Uma vez chegou lá uma pessoa com a mulher de XXX, é muito amiga minha. Aí chegou aquela menina XXX, mulher de XXX, aquele pessoal todo, aqueles artistas todos que tinham acesso a ela, e foram acomodando. E botou o pessoal todo no lugar errado, no lugar das autoridades religiosas. Aí, quando ela foi chegando:
– Vamos, sai tudo, tire essas mulheres, tire essas mulheres daqui, vamos, vamos, tira, tira, tira tudo.

Tirou, saiu todo mundo com o rabinho entre pernas, esse negócio todo. Aí ela mandou buscar poltronas lá dentro e foi pegando uma, sentando e dizendo:
– Oh, minha filha, é que aqui só pessoal de obrigação que pode sentar. Não se zangue não.  (Risos)

Esse pessoal antigo, todo ele é assim. Briga feito um cão e ainda castiga. Já vi castigo seríssimo. Não era só Mãe Senhora não, em todas as casas. Menininha castigava, tudo isso… Por exemplo: eu vi numa casa – que eu não vou dizer o nome – um filho de Omolu fazendo uma porção de coisas erradas dentro da casa. Aí, a mãe-de-santo não disse nada. Quando o santo chegou, por ele próprio, ele castigou. Quando ele se jogou no chão para fazer o dobalê para a mãe-de-santo, o santo pegava a cara dele e arrumava no chão. Aí, nessas horas, o pai ou a mãe-de-santo deixa dar uma punidinha e depois suspende. Hoje tem muito folclore, você não vê nada disso. O santo bota as mãos nas cadeiras, bate boca. Isso não é candomblé, não é nada. Tudo isso é folclore, está cheio de folclore. Precisa escolher para você ver uma coisa tradicional, precisa escolher.


Mãe Ondina

Depois de Mãe Senhora, veio Ondina. Houve uma divergência para ela não assumir o cargo, esse negócio todo… Nunca é uma unanimidade. Ela não foi uma unanimidade, mas ela foi assentada porque o direito era dela. A sucessão era dela. Nem no Gantois não tem nada de parentesco. Tem um parentesco para a família que prepara abcd. Mas se chegar na hora, no pé do santo, e o santo não quiser? É o santo que vai definir, não é o parentesco que vai definir não. No caso de Ondina, já quando foi fundada a casa, ela, como mãe pequena, já tinha saído isso. Ela era a mãe pequena. Ela não estava ali ilegal. Pode ser a mãe pequena e pode também não ser, porque na hora sai e ela não quer. Aí, corre para o pé do santo e o santo que vai decidir se ela tem que ficar ou não. Mas o direito é dela. Pode ter briga e não colocar, mas o direito é dela.

Aquela que está prevista para ir para a sucessão da outra gera as rusgas e envolve também os adeptos. Um quer fulana, outro quer beltrana. Eu mesmo, quando houve a sucessão, eu tive a minha  posição. Aí depois, quem resolveu, no fundo, foi o santo. Fez o jogo, o jogo é público, numa mesa grande como essa. Convida quem quiser ou não convida, porque é aberta e a pessoa pode ficar olhando. Quem não concorda sai. Ou faz sua casa ou então vai para outra casa. Toda casa tem dissidência, a de Olga tem, todas.

Ondina era uma personalidade que… Ela criou um pouco de arestas aqui na Bahia, porque, primeiro, você sabe, os filhos da que faleceu falam por qualquer bobagem: “Ah, minha mãe não disse isso”. E o segundo é o seguinte: Ondina absorveu muita coisa do Rio. Ainda com Aninha aqui, ela foi embora para o Rio e abriu a casa dela. Ela tinha casa no Rio e absorveu muita coisa que não é da tradição nossa, umbanda, esse negócio todo e isso criou assim um pouco de arestas. Eu me lembro bem. Por exemplo, tem um santo de Angola chamado Tempo, que até Bethânia gravou aí alguma música. Mas Tempo, na nação nossa, de iorubá, não pega. Logo, ele não poderia então estar assentado ali, mas como ela usava, ela seguia muito assim a raiz, a africana raiz negra… Ela é de boa descendência. Ondina é uma das pouquíssimas pessoas que tem uma linhagem. Eu conheço a linhagem dela desde…

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